dezembro 21, 2011

Fogo Santo


"O Apocalipse dava mais onda" - Moraes Moreira, sobre quando usava folhas da Biblía para fumar maconha!

novembro 21, 2011

Irã espera ataque para enviar Israel ao "lixo da história"


O comandante da força aérea da Guarda Revolucionária, o general Amir Ali Hadjizadeh, declarou que o Irã espera que Israel cometa o erro de atacar o país para enviar o país vizinho ao "lixo da história", informou a agência Fars.
"Uma de nossas grandes esperanças é que cometam tal ação, pois há muito tempo existe uma energia armazenada que esperamos utilizar para enviar os inimigos do Islã ao lixo da história", declarou o general, ao comentar as ameaças de ataques israelenses contra as instalações nucleares iranianas. "O desenvolvimento de nossas capacidades balísticas não cessará nunca", completou.
Nas últimas semanas, autoridades israelense ameaçaram atacar as instalações nucleares iranianas. O Irã advertiu Israel e os Estados Unidos contra qualquer ataque e ameaçou executar represálias não apenas contra Israel, mas contra os interesses americanos na região.

novembro 16, 2011

JESUS PREGOU O REINO E EM SEU LUGAR VEIO A IGREJA

Por Leonardo Boff




Esta é a espiritualidade de Jesus, base sobre a qual se construiu o edifício histórico do cristianismo. Em primeiro lugar fez-se uma tradução da experiência de Jesus e ela foi consignada nos quatro evangelhos. Em seguida criaram-se comunidades que tomaram Jesus como referencia de vida e de sentido. Nasceram as Igrejas. Como elas surgiram os primeiro hinos de celebração, ritos sacramentais, credos doutrinários e códigos de conduta ética e moral. Lentamente se constitui o cristianismo como corpo histórico.


Mas atentemos bem. Jesus não anunciou uma Igreja. Ele anunciou o Reino de Deus e a transformação interior(conversão). Posteriormente, no seu lugar, surgiu a Igreja como comunidade de fieis, que crêem em Jesus. Essa evolução é quase fatal e férrea. Mas ela é outra coisa. Não pode ser identificada como a experiência original de Jesus. Ela está subjacente à Igreja e às suas instituições, mas não se identifica com ela. Uma coisa é a fonte de água cristalina.Outra coisa é sua canalização para o aproveitamento humano. O cano de água não é a água.

Infelizmente, muitas vezes os cristãos identificaram o Reino de Deus com a Igreja, e Jesus com o Papa, com o bispo ou com o padre. Essa identificação representa uma patologia e uma decadência. O meio se transforma em fim. A Igreja, em vez de se apresentar caminho de salvação, se apresenta, erroneamente, como a própria salvação, como se a imagem do pão fosse o próprio pão. 

As autoridades eclesiásticas, em de vez de serem representantes de Deus e do povo religioso, ocupam o lugar de Deus pela reverencia e obediência total que exigem. A Igreja deve ser como a vela acesa. O que ilumina é a chama, não a vela. A vela é suporte para que a chama queime, irradiando luz e calor. A vela é a Igreja, e chama é Jesus e sua experiência fundadora. 

Mas o que conta fundamentalmente no cristianismo em suas múltiplas igrejas é a experiência singular de Jesus de Nazaré. Nós seremos herdeiros de Jesus não por habitarmos a instituição cristã e seguirmos seus preceitos. Seremos herdeiros se tentarmos continuamente refazer a experiência de Jesus, se entrarmos no movimento de Jesus, nos sentirmos filhos e filhas de Deus, e , ao mesmo tempo, olharmos os outros também como filhos e filhas, tratando-os de dentro de cada um e fazendo de cada mulher de cada homem seus filhos e filhas, nossos irmãos e irmãs. 

Se a religião cristã, em suas várias formas eclesiais e institucionais, produz continuamente essa experiência, ela se transforma em caminho espiritual. Ela representa a espiritualidade pura. Mas se ela não transforma a nossa interioridade, se continua a ser apenas religião de consolo e meio de salvação por medo da perdição, ela se transmuta em ópio. Se permite que seus ritos e símbolos sejam usados e abusados no mercado religioso, especialmente pela grande mídia, para apenas suscitar comoção e não aquela transformação interior decorrente da experiencia do Deus vivo e do engajamento pela justiça, pela paz e pela integridade do Criador, ela se transforma em simples fetiche. Podemos até, com a religião, pecar contra Deus, e pela religião afogar a espiritualidade.

Por isso é sábia a prescrição do Decálogo ao coibir, no segundo mandamento, o uso do santo nome de Deus em vão. Talvez seja o mandamento contra o qual as religiões mais pecam, especialmente as Igrejas mediáticas. Nas rádios e nos programas de televisão é Jesus para cá e Jesus para lá, sem qualquer sentido de reverência e de moderação. Banaliza-se o sagrado, como se Deus, Jesus e as Escrituras fossem uma moeda circulante para todas as finalidades. O nome de Deus passa a ser usado para os interesses dos homens, não para os interesses de Deus, em dissonância com a natureza do sagrado e do espiritual. 

Texto tirado do livro " ESPIRITUALIDADE - UM CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO" - Leonardo Boff - Editora Sextante.

outubro 22, 2011

Drive-thru de oração chega ao Rio de Janeiro



“O trânsito estressa... Que tal uma oração?”, sugere cartaz da Igreja Universal do Reino de Deus no templo de cerca de dois mil metros quadrados na Barra da Tijuca. O prédio fica em um dos bairros mais valorizados do Rio, numa região que registra crescimento vertiginoso e dá um ar de Miami à capital. É também a que lança modismos dos mais inusitados, como festas de casamento para cachorros de até R$ 12 mil, e a que tem shopping com réplica da Estátua da Liberdade. E é onde mais se encontram serviços delivery, fast foods e atendimentos em sistema drive-thru na cidade. Não há, portanto, de se espantar com essa novidade da fé. Mas que ela chama a atenção... isso chama. “Fazemos cerca de 100 atendimentos diários”, conta o pastor Carlos Azevedo, responsável pelo projeto.

 De acordo com a Gerência de Informações de Tráfego da CET-Rio, órgão da Secretaria Municipal de Transportes, a Avenida das Américas recebe diariamente cerca de 134.750 veículos (média do movimento diário em dias úteis) em seu trecho mais movimentado. O fluxo mostra a importância do caminho, que é o principal para a circulação dos carros entre os bairros da Barra, Recreio dos Bandeirantes e Guaratiba, além de ligar seus moradores a outras localidades da zona oeste.

Por ser a principal – e mais movimentada da região –, a Avenida das Américas concentra significativa parte do comércio local. São mais de 20 centros comerciais como o Barra Shopping e New York City Center (o tal da Estátua da Liberdade) e ainda quatro hipermercados de redes nacionais e multinacionais, sem contar os grandes condomínios residenciais e comerciais.

Para chamar a atenção dos motoristas diante de tanto movimento, um grande cartaz com letras vermelhas anuncia o “drive-thru de oração”. A publicidade é reforçada por placas menores, com frases como a do início deste texto, instaladas nas calçadas bem próximas ao engarrafamento. Apesar do apelo visual, são os voluntários, boa parte jovens com idade média de 18 anos, que vão literalmente às ruas convencer os mais estressados de que seja qual for o problema, há salvação – se não para o trânsito, pelo menos para a angústia de ficar retido nele.


“Para com essa ideia, não tem isso de cobrar”
Há três meses à frente da Universal da Barra, o pastor Carlos, de 42 anos, afirma que o drive-thru de oração quer garantir a quem precisa um “momento de paz”. O serviço não é novo no Brasil, mas no Rio é inédito. Há dois anos foi implantado na filial da congregação na Vila Mariana, em São Paulo, depois de ser criado pela congênere da Califórnia (EUA). “As pessoas vivem na correria do dia a dia, sem tempo para nada. O que oferecemos é mais uma forma de comunicação com Deus”, explica o líder religioso. E nada de suspeitas de que a igreja cobra pelo socorro. Pastor Carlos garante: “Para com essa ideia, não tem isso de cobrar”.

Na última terça-feira (18), entre 19h e 20h05, 14 veículos fugiram rapidamente do trânsito colossal da Avenida das Américas em busca da palavra no drive-thru do templo. “É muito bom, a gente fica com o coração fortalecido depois de um dia cansativo. Saio com a certeza de que estou com Deus”, testemunha o motorista executivo Alexandre Lima, de 48 anos, que seguia para casa em Realengo (zona oeste), acompanhado da mulher, a administradora Solange Fernandes, e do filho Alessandro, de cinco anos.


Na cadeira de criança fixada no banco de trás do automóvel, o menino Alessandro foi ungido pelo pastor adjunto que pede para ser chamado apenas de Vinícius, embora não tenha se importado de ser fotografado. O garoto ficou quietinho durante a oração, que não dura mais de um minuto. Solange, também evangélica, mas seguidora da Igreja da Graça, apoiou o pit stop do marido. “Se 10% dos que estão nesse engarrafamento passassem por aqui, certamente ficariam mais tranquilos. A oração ajuda a pessoa a se sentir melhor”, afirma.

Rosas e azeite

De calça, camisa polo e sapatos brancos (como o pastor titular do templo), Vinícius ouve o pedido do motorista, fecha os olhos, segura o cálice dourado em uma das mãos enquanto com a outra ampara a cabeça do que eles chamam de “abençoado”. Posicionado, ele ora. Vinícius, um jovem pastor de 27 anos, membro da Universal “desde que nasceu”, explica sua missão: “Vem pessoas aqui muito desesperadas. Percebo que basta uma palavra de conforto, uma oração, para que melhorem. É gratificante”, diz. “Tem gente que quer só uma oração, tem gente que pede para ungir o carro, o volante ou a si próprio. O que a pessoa pede a gente faz”, acrescenta. Sobre o óleo ungido no cálice dourado, esclarece: “É azeite”. Em seguida, emenda: “Mas a senhora pergunta, hein?”.

Enquanto Vinícius ora, um “exército de Jesus” formado por uma tropa de sete voluntários se embrenha por entre os carros para distribuir “rosas consagradas” e jornais em formato tabloide editados pela congregação do Bispo Edir Macedo. Um táxi reduz a velocidade, mas não entra no drive-thru. “Aleluia, irmão”, grita o motorista, satisfeito com um exemplar do semanário que lhe fora entregue pela janela do veículo. Motoristas de vans e ônibus passam ao largo, mas não seguem a viagem sem parar para pegar a publicação. Passageiros dos coletivos abrem o vidro das janelas e, braços para fora, pedem um exemplar. Há os que recusam o papel, mas a tropa evangélica não se intimida com a rejeição.

Pouco depois das 20h, o drive-thru encerra as atividades. Terça-feira é dia de "cura", na “Sessão do Descarrego”. “É o dia mais engraçado”, conta o vendedor de uma das três lojas de automóveis vizinhas ao templo. “Tem gente que para aqui na porta e enquanto recebe a bênção cai no chão. A gente fica esperando para ver quem vai cair”, diverte-se uma colega de trabalho que está ao seu lado. Ambos pediram para não ser fotografados nem identificados para evitar constrangimentos com a vizinhança.

Alheios a olhares de soslaio, os pastores Carlos e Vinícius entram na igreja, que tem capacidade para 620 pessoas sentadas. “Nosso objetivo é apenas a comunhão com Deus”, diz Carlos, antes de se despedir. Os obreiros guardam os cones, a tenda montada para o funcionamento do drive-thru (que é feito de segunda a sábado, das 14h às 20h) e seguem para a homilia. Pelos gritos de “cura” da “Sessão de Descarrego”, dá para perceber que o serviço da fé não para.

Fotos: Andre Durão

Via Ultimo Segundo

julho 29, 2011

A parábola do bom Espírita.


Havia em uma das grandes cidades de nosso país, um pastor que durante três vezes por semana orava em um monte perto de sua casa. Ele havia feito este propósito de oração pelos membros sobre seu pastorado.

Em certa data quando já fazia bastante tempo na qual ele cumpria esta rotina, ele foi surpreendido por um grupo de assaltantes que lhe roubaram tudo o que carregava, e vendo que era pouco, de forma cruel e sem piedade o agrediram até ele ficar inconsciente e correndo risco de morte por conta da agregação.

Naquele exato momento não havia ninguém por perto, e os bandidos fugiram sem dificuldades e sem serem notados.

Logo após algum tempo, descia um grupo de obreiros de uma igreja local na qual também cumpriam um propósito de oração por um trabalho especifico em sua denominação e ao ver aquele senhor caído ali naquele local imaginaram que ele era mais um bêbado e não deram importância alguma.

Depois de passado os obreiros, alguns músicos e cantores de outra denominação local que se preparavam para um congresso que ocorreria nos próximos dias passaram por ele e nem notaram, pois para eles era mais um morador de rua, fato que é comum nas grandes cidades.

É assim prosseguiu ... o fluxo próximo aquele monte era grande, pessoas subiam e desciam e aquele pastor que corria risco não era notado, ele parecia invisível.

Bom ... para a sorte dele, após um longo tempo na qual ele estava ali entre a vida e a morte, veio um senhor espírita que morava na região. Ele tinha o habito de algumas vezes por mês, levantar pela madrugada e levar para moradores de rua café com leito quente e bolachas.

Naquela noite fria, ele começou sua peregrinação pelas ruas buscando pessoas na qual ele pudesse ajudar com o seu café e suas bolachas. Quando chegou perto ao monte onde os crentes oravam notou um possível morador de rua na qual nunca tinha visto ali( com o tempo, ele já era conhecido da grande maioria e sabia quem eram e seus respectivos nomes, havia inclusive ajudado alguns a se recuperarem em casas de recuperação, e centros de profissionalização). Quando se aproximou viu que não se tratava de morador de rua, ou de um bêbado e sim de um homem que havia sido espancado e corria risco. Naquele exato momento ele parou um taxi e o levou para o hospital.

Ele acompanhou aquele pastor durante toda a noite e deixou na portaria do hospital roupas e dinheiro sem ao menos saber de quem se tratava. Ele sem demonstrar sua identidade, ligou para o hospital e acompanhou a recuperação do pastor.

Quando o pastor foi liberado, ficou surpreendido ao saber que na portaria havia uma quantia em dinheiro que o ajudaria em seu tratamento, e roupas.

Bom ... a vida daquele pastor foi salva graças a caminhada e ao café com bolachas daquele espírita.

Com base nisto , deixo para vocês uma pergunta; Quem foi o irmão daquele pastor? Quem foi o seu próximo?

Pense... Jesus disse que seriamos conhecidos por seus discípulos por amarmos uns aos outros. Em Mateus 25 versículo 31 em diante ele fala sobre a importância de incluirmos os marginalizados, e disse quando fazemos a eles e como se fizemos para Ele. Em 1ª Coríntios no capitulo 13 Paulo diz, que nada sem amor tem validade ou importância, sendo assim nossas orações, línguas estranhas, sem o amor (lembrando que algumas traduções dizem caridade) não é nada.

Não creio na expiação de pecados pela caridade, pois creio que nossos pecados já foram espiados pelo sangue de Jesus, mais creio que se quisermos ter uma religião sã como dizia Tiago, precisamos cuidar dos órfãos e viúvas em suas aflições (Tiago 1:27), ou seja, cuidar de quem realmente precisa, e nos guardar das corrupções deste mundo.


Thiago Ferreira dos Anjos


BH-28/07/2011

julho 27, 2011

Sensato Desabafo!

Por Thiago Ferreira

Cada dia que passo me vejo mais longe das apologéticas.

Quero viver um cristianismo mudo. Minha alma fadiga com as discussões, com as defesas de teorias e teologias... qualquer disputa me cansa.

As mentes insanas e orgulhosas me jogaram em um mundo de gente grande, onde todos estão o tempo todo jogando, mediando força, testando os limites e impondo suas condições sem se importar com que o outro pensa e sente, e isto tudo acaba com que a vida tem de melhor que é a capacidade de viver de forma simples e compartilhada, dividindo os fardos, os sabores e os amores.

Oro a Deus por amigos simples, pessoas ligadas ao que se é e não ao que se tem. Peço a Deus uma esposa que seja amiga, e que cuide de mim enquanto eu a amo e protejo, entendendo que por mais que não pareça, o que eu faço é por amor e proteção.

Peço a Deus todos os dias que meu caminhar seja sem o peso que os maus nos impõem, pois confunde a bondade do cristianismo que militamos para demonstrar com falta de pulso ou até mesmo idiotice por parte daquele que por amor, e em amor decidiu ter paciência e não impor e nem usar da força para nada.

Confesso aos meus irmãos de caminhada que hoje, que agora neste exato momento, gostaria de ser criança, gostaria de saber menos do que sei (que, diga-se de passagem, é nada e como diria Salomão... vaidade ... aflição), queria que as pessoas pudesse ver a minha alma, entender que mais importante que ter algo é ter com quem compartilhar, que mais importante que o conhecimento é a sabedoria de saber lhe dar com aquilo que se sabe, que mais importante que ter amigos, família, namorada(o), e esposa(marido), e viver e amar-los como se este fosse o ultimo dia.

Muitos irão ler este artigo e pensar que minha fé esta abalada, e que talvez minha alma tenha se entristecido, mais digo, que cada dia que passa e que penso nestas coisas, minha fé aumenta, e meu entendimento da vida se aguça, e principalmente entendo o quanto sou dependente de Deus e de todos.

Jesus era Deus, e como diz no evangelho de João no cap 1, no principio o verbo já era, ele era o criador, mais deu a sua vida para provar que não importa ser, ou ter todo o poder, se não tiver com quem compartilha a vida e a esperança.

Que Deus possa nos conduzir a relacionamentos verdadeiros, longe das disputas e próximo ao amor e a comunhão.


Thiago Ferreira dos Anjos

BH-27/07/2011.

março 14, 2011

Até Hoje


Teve um dia que procuraram a Deus e o encontraram curvado no chão, com os joelhos marcados, rosto empoeirado, lavando os pés de pescadores.

Teve um dia que procuraram a Deus e o encontraram à beira de um poço, cansado, conversando com uma mulher ainda mais cansada.

Teve um dia que procuraram a Deus e o encontraram à mesa, comendo pão e peixe, bebendo vinho, e olhando nos olhos dos homens.

Teve um dia que procuraram a Deus e o encontraram sozinho, na praia, escrevendo na areia.

Teve um dia que procuraram a Deus e encontraram num funeral, chorando a morte do filho de uma mulher. Ele não aguentou. E chorou.

Teve um dia que procuraram a Deus e o encontraram num barco à deriva. Dormindo, corria risco de vida.

Teve um dia que procuraram a Deus e o encontraram morto. Procuraram por seu corpo e não o acharam mais. E procuram a Deus até hoje.

Laion Monteiro

texto publicado no blog Celebrai