julho 30, 2009

Aristides?!?!?!


A fim de não levantar suspeitas sobre a lipoaspiração que faria, Ronaldo foi identificado na lousa indicativa de procedimentos cirúrgicos (aquela na qual, para quem assiste aos seriados médicos da TV, são anotados nomes de pacientes e o tipo de operação que será feita) do Hospital São Luiz como Aristides. O disfarce nominal não funcionou e a informação da lipo, revelada nessa quarta-feira em primeira mão pelo Terra, veio à tona.

A responsabilidade social cristã


Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.

Pacto de Lausanne -
Lausanne, Suíça, 1974

Escrever, vício maldito

Por Ricardo Gondim

Escrevo porque preciso enjaular palavras, cativar o vento divino e eternizar pensamentos diáfanos. Escrevo porque não consigo guardar sentimentos inexprimíveis. Tenho que expelir um entalo que ficou preso no peito e que não sei contar.

Escrevo porque vagabundeio nas estradas da fantasia. Navego à deriva em minhas convicções. Ébrio, serpenteio nas ideias. Sinto o impulso de dizer coisas que ainda não cravei. Anseio por narrar o inenarrável. Apanho, sem saber expor o apertado quarto de onde escapam as minhas lágrimas.

Escrevo porque minha nostalgia não tem cura. Os vestígios trágicos de minha juventude irrequieta clamam por vingança. Minha prosa luta para resgatar o que nunca vivi. Minha poesia só deseja celebrar a beleza que me privei de contemplar, ressuscitar risos que outrora disfarcei e retornar a lugares de onde me ausentei.

Escrevo porque busco remendar o meu coração despedaçado. Não encontro terapia nas conversas voláteis. Quando redijo, remedeio decepções, debelo desesperos, saro feridas. Unto minhas rachaduras com o bálsamo do abecedário. Suo para exprimir o que vai no meu espírito e no turbilhão das sensações, sou curado.

Escrevo porque me viciei em alcançar a perfeição. Ao fazer literatura vislumbro a distante excelência, sabendo que o absoluto está além do meu alcance. Abraço o desafio de superar-me, sempre consciente de minha mediocridade.


Soli Deo Gloria

Via site: Ricardo Gondim

Relatos de um extraterrestre cachaceiro!



Fonte: Insoonia

julho 29, 2009

A Mulher "Emotion"!

Depois da mulher melancia, da mulher moraginho, da mulher melão .... Chegou a mulher Emotion!! rsrsrsrsr

Clique na imagem para ampliar !


Banalização e massificação - Pensamentos sobre " Tempos Modernos"

Por Thiago Ferreira


A rotina massifica as relações, acaba com o sagrado de cada momento e nos leva ao mundo dos sentidos daltônicos na qual a vida é vista por um olho em preto e branco.

A alma daltônica por sua vez, não vê motivações e nem sentido aparente para nada, pois o banal nunca carrega consigo um sentido sagrado, e sim um sentido trivial que com o tempo não faz o menor sentido, mais nem por isso deixa de existir.

Esta relação de banalização e existência pode nos levar a um mundo da “anti - motivação”, onde nada nos alegra, nada é o bastante, e tudo é cinza e sem sentido. Ou a o mundo do sentido na suposta segurança oferecida pela rotina, que segura durante um tempo, mais que por si só é solúvel e superficial, nos levando quase sempre a primeira opção. A linha que divide um ato banal de um ato não banal é tênue, ela é como a relação do individuo e a maquina elucidada por Charlie Chaplin em seu clássico “Tempos Modernos”. É muito sutil a linha que separa a relação mental na qual o individuo que opera a maquina, começa ser operado pela mesma, fazendo somente parte do processo, onde ele é apenas engrenagem, parte irracional, não questiona, somente faz valer a fluxo.
Lutar contra a banalização de seus atos todos os dias, é lutar com a massificação de sua própria existência, e acima de tudo é lutar por uma metanóia autêntica, sem os vícios das religiões e impulsos inconscientes de uma sociedade que adora estigmatizar, e adestrar.
Nunca se esqueça os mesmos que receberam Jesus com ramos em uma festa digna do verdadeiro messias, foram os que após 3 dias o crucificaram, sem o mínimo de compaixão, piedade e principalmente motivo aparente. A banalização gera a massificação do entendimento que por sua vez é ferramenta de “bestialização”, nos transforma em animais irracionais capazes de matar e destruir só para que nada fuja ao nosso suposto controle.
Por isto que o caos gerado pela não motivação, pela alma daltônica é necessário, pois ele nos leva a repensar tal relação nos fazendo sempre enxergar, que o controle da rotina é quase sempre incontrolável.

Bíblia da Prosperidade, meu ato secreto

Por Luiz Henrique (Lou) Mello

Vixe! Que dia feio. Escuro, sem sol e muito menos perspectivas. Fui à casa da viúva pobre e ela havia preparado uns bolinhos com a última porção de farinha que restava e eu comi tudo, certo de que Deus providenciaria um fluxo ininterrupto de farinha e azeite para ela. Só que, até agora, a viúva está falando sozinha e eu morrendo de vergonha. Não tenho coragem nem de olhar a cara da pobre mulher. Não sei o que dizer, tão pouco.

Elias, Eliseu, Daniel, Samuel, Raniel, enfim, esses caras eram ou são todos muito bem sucedidos. De vez em quando, me empolgo e saio dando uma de grande profeta, anjo ou pastor do Morumbi e me dou mal, muito mal. Pior é que não tenho como repor nem a farinha dela, pois minha situação se não está igual, está pior que a dela.

Mas tudo bem, o mundo dá voltas, ou seria o planeta? Não importa, assim que meu mundo virar, tratarei de comprar uma bíblia da prosperidade do Malafaya. Fica todo mundo falando mal do cara, mas começo a suspeitar que, talvez, ele esteja certo e o pessoal da Barra Funda errado. Como diria o Gerald Jampousky: “Prefiro mil vezes estar feliz, do que estar certo.” Boa teologia e boas intenções não enchem nossas barrigas, especialmente a dos nossos rebentos como frutas da oliveira.

Não sei se o maioral está querendo me dizer alguma coisa com tanta falta. É, falta isso, falta aquilo e no fim falta tudo, inclusive juventude, algo quem anda fazendo muita falta na cadeira onde estou sentado. Agora entendo porque Fernando Pessoa, Machado de Assis e outros do mesmo quilate morreram pobres. Perderam tempo escrevendo aquelas coisas lindas, enquanto seus credores ficavam a ver navios, literalmente. Também entendo o Nietzsche e sua imensa raiva da igreja e dos pastores, só podia ter endoidado. Perder tempo com essa raça de víboras é a maior burrice da existência.

Meu, é preciso sair andando e colhendo o fruto das árvores plantadas no dia anterior e quanto mais cedo melhor, pois Deus ajuda quem cedo madruga, segundo meu aforista predileto. Problema é arrumar uma terrinha para plantar, além da idade e da pouca vontade, o Sarney pegou toda a terra para ele, aquele caçador de marimbondos em atos secretos de uma figa.

Mais perdido que cego em tiroteio nas ruas das favelas cariocas, tentarei ficar em pé e cuidar para não cair, como recomendou o imprudente apóstolo. Apóstolos e bispos mais eficazes tratariam de recomendar uma boa corrente e não essas tolices teológicas. Estou brabo mesmo, pode acreditar. E ainda por cima querem acabar com meu blog. Como disse o próprio: “bloguemos hoje, pois amanhã twittaremos todos”. Isso se conseguir manter a banda larga paga. Mas com a Bíblia da Prosperidade tudo será diferente.

Fonte: Caverna do Lou

julho 28, 2009

Momento "Jazz"....(5)

Charges que o povo gosta (6)

Via: Pavablog

Silas Malafaia X Caio Fábio: Confronto Final

Se você nasceu no fim da década de 70 e no inicio da de 80, com certeza você já jogou ou no mínimo já ouviu falar do PAC – MAN.
Alguns malucos da net lançaram uma versão na qual o tele evangelista Silas Malafaia esta no papel do PAC, e o Caio Fabio é o fantasminha que tenta conter a comilança do PAC.

A diferença é que ao invés de comer as pequenas pílulas que o PAC o tradicional come, Silas como dinheiro!! kkkk !! Muito engraçado!

julho 27, 2009

Jesus e o "foda-se"

Por Ariovaldo Jr.



Eu sei que não devo ficar ansioso por causa de nada e blábláblá. Sei também que os cuidados deste mundo não podem sufocar a minha fé. Mas será que Jesus teve que passar pelo mesmo sofrimento desnecessário que muitas vezes passamos? Este não é um rascunho de idéias sobre fé, mas sobre motivações.
Não acredito que a vida seja tão difícil quanto alguns afirmam. Na verdade tudo pode ser simples e até divertido às vezes. O problema geralmente está na abordagem que preferimos utilizar para definir o que devemos ou não priorizar. Por exemplo, sinto que embora meus valores continuem intactos, ao priorizar atividades moralmente corretas dentro da vida eclesiástica (do tipo “todo mundo faz assim”), acabo por sabotar a mim mesmo. Não é que não acredito no trabalho em si. O problema é um pouco diferente. Na ânsia de atender às cobranças efetuadas através de métodos de gestão empresarial, acabamos por dar um tiro no pé de tanta preocupação em cumprir prazos, preencher planilhas, organizar agenda, fazer lista de tarefas, responder e-mails, participar de reuniões e principalmente prestar contas formalmente. E não tem jeito. Ou você se enquadra, ou dança.
Aí fico pensando na atitude de Jesus ao criticar todo o sistema. Parece que não preocupou-se tanto com a carreira rabínica e com a eficácia de “transformar” as coisas de dentro pra fora. Ele simplesmente apertou o botão do “foda-se”, disse o que precisava ser dito e fez o que precisava ser feito. Virou as costas pra “unidade”, mesmo tendo afirmado que, embora as práticas tornaram-se nulas, o ensino farisaico ainda estava correto.
Imagine um homem que tem grandes inimigos em potencial, capazes de lhe causar muitas dores. Para prevenir-se contra todo sofrimento, julgou ser prudente traze-los para perto de si, em seu círculo de relacionamento. Através de uma amizade sincera, evitaria com que as ações destas pessoas pudessem se tornar destrutivas a ponto de atingí-lo. Teoricamente a intenção está absolutamente correta. Mas não seria esta atitude mais uma maneira intencional de exercer controle sobre as situações?
Ainda tento entender como é possível conviver com esta dualidade de possuírmos um espírito livre e ao mesmo tempo sermos escravos uns dos outros. Às vezes penso que a expressão “escravos uns dos outros” na verdade seja uma metáfora para fugirmos de toda forma de controle e ao mesmo tempo nos submetermos a todos os que não tentem nos controlar. O difícil é discernir a verdadeira sinceridade.
Enquanto as coisas não se esclarecem, vou criar uma listinha de 10 coisas importantes a se fazer para sobreviver:
Concentre-se em Deus. Ele é mais importante que as pessoas.

Preocupe-se com as pessoas. Elas são mais importantes que as instituições.

Preocupe-se com si mesmo. Se não estiver bem, não vai prestar pra nada.

Insista em amar as pessoas verdadeiramente. Isto é um exercício mais difícil que musculação.

Converse com as pessoas que não esperam sua atenção. Principalmente os invisíveis (tipo mendigos).

Divida tudo. Sem excessões. Dê 50 reais pro vigia do carro. Chame alguém na rua para lanchar.

Desista de ter resposta para todas as perguntas. Entenda a importância de dizer “não sei”.

Beba devagar. Sinta sua vida medíocre em cada gole.

Seja grato.

Aprenda a andar com o botão do “foda-se” apertado. Às vezes funciona bem.

julho 23, 2009

Saber viver

Por Ricardo Gondim
Envelheço. Aos poucos vou me tornando antigo. Os cabelos alvejam, a pele afina, o olhar acalma. Sou noviço, mas quero ser o melhor aprendiz de uma nova fase de vida; fase em que as despedidas são numerosas e os encontros espaçam. Quando as saudades ganham força e as nostalgias, frequência.

Aprendo a encarar limites. Não me atrevo a algumas peripécias: subir em prancha de skate, brigar no trânsito, viajar pedindo carona, tomar banho de praia sem bloqueador solar, querer ser político.

Aprendo a ter calma. Conto os anos e percebo que na grande crise ambiental de 2060, não estarei por aqui. Mas não me afobo. Domei os ímpetos, reavaliei as empreitadas juvenis, agora vou sem pressa. Obrigo o relógio da alma a caminhar com lentidão. Destrincho os compromissos, sacudo as agendas e sacralizo o ócio. Presenteio-me com a irresponsabilidade. Consciente, procrastino.

Aprendo a ser sensível. No passado, engolia o choro, disfarçava a tristeza, fugia da melancolia. Fiz as pazes com as lágrimas. Falo sozinho. Aconselho-me com os botões. Esmurro o volante do automóvel, fecho as janelas e xingo. Soluço prantos sem lágrimas. Aprecio a liberdade de vertebrar angústias. Ajoelho-me aos pés da cama e silencio o sofrimento.

Aprendo a calar. Não retruco. Desprezo o direito de ter razão. Atrai-me brincar com argumentos. Só penso em poetizar lógicas. Desejo realçar a beleza. Apaixonado pela delicadeza do violino, apiedo-me de quem imagina conhecer toda a verdade. Música suave, na penumbra de uma sexta-feira chuvosa, me encanta – mais que palestra sobre como alcançar sucesso.

Aprendo a sorver o pólen da vida; a mergulhar em cavernas rochosas onde me escondia de mim mesmo; a acordar vagaroso para não espantar os sonhos que povoaram o sono, e me presentearam com viagens por mundos impossíveis.

Envelheço e não acho tão ruim; por enquanto, pelo menos.

Soli Deo Gloria

Via site: Ricardo Gondim

COMO PEDIR UMA PIZZA EM 2010

Por Luis Fernando VeríssimoTelefonista: Pizza Hot, boa noite!
Cliente: Boa noite! Quero encomendar pizzas...
Telefonista: Pode me dar o seu NIDN?
Cliente: Sim, o meu número de identificação nacional é 6102-1993-8456-54632107.
Telefonista: Obrigada, Sr.Lacerda. Seu endereço é Avenida Paes de Barros, 1988 ap. 52 B,e o número de seu telefone é 5494-2366, certo? O telefone do seu escritório da Lincoln Seguros é o 5745-2302 e o seu celular é 9266-2566.
Cliente: Como você conseguiu essas informações todas?
Telefonista: Nós estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.
Cliente: Ah, sim, é verdade! Eu queria encomendar duas pizzas, uma de quatro queijos e outra de calabresa...
Telefonista: Talvez não seja uma boa idéia...
Cliente: O quê?
Telefonista: Consta na sua ficha médica que o Senhor sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a sua saúde.
Cliente: É você tem razão! O que você sugere?
Telefonista: Por que o Senhor não experimenta a nossa pizza Superlight, com tofu e rabanetes? O Senhor vai adorar!
Cliente: Como é que você sabe que vou adorar?
Telefonista: O Senhor consultou o site 'Recettes Gourmandes au Soja' da Biblioteca Municipal,dia 15 de janeiro,às 4h27minh, onde permaneceu conectado à rede durante 39 minutos.Daí a minha sugestão...
Cliente: OK está bem! Mande-me duas pizzas tamanho família!
Telefonista: É a escolha certa para o Senhor, sua esposa e seus 4 filhos, pode ter certeza.
Cliente: Quanto é?
Telefonista: São R$ 49,99.
Cliente: Você quer o número do meu cartão de crédito?
Telefonista: Lamento, mas o Senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu cartão de crédito já foi ultrapassado.
Cliente: Tudo bem, eu posso ir ao Multibanco sacar dinheiro antes que chegue a pizza.
Telefonista: Duvido que consiga! O Senhor está com o saldo negativono banco.
Cliente: Meta-se com a sua vida! Mande-me as pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?
Telefonista: Estamos um pouco atrasados, serão entregues em 45 minutos.Se o Senhor estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas pizzas na moto não é aconselhável, além de ser perigoso...
Cliente: Mas que história é essa, como é que você sabe que eu vou de moto?
Telefonista: Peço desculpas, mas reparei aqui que o Sr. não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga, e então pensei que fosse utilizá-la.
Cliente: @#%/§@&?#>§/%#!!!!!!!!!!!!!
Telefonista: Gostaria de pedir ao Senhor para não me insultar... Não se esqueça de que o Senhor já foi condenado em julho de 2006 pordesacato em público a um Agente Regional.
Cliente: (Silêncio)
Telefonista: Mais alguma coisa?
Cliente: Não, é só isso... Não, espere... Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.
Telefonista: Senhor, o regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 3095423/12, nos proíbe de vender bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...
Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou me atirar pela janela!!!!!
Telefonista: E machucar o joelho? O Senhor mora no andar térreo!

julho 22, 2009

As mulheres, mil!


" No grupo de caçadores, havia um sujeito esperto, engraçado, falante e malicioso chamado Erilangus. Esse homem, antes de se dedicar aos cães de caça, tinha sido um grande arqueiro e bom conquistador. Não lhe faltaram oportunidades para escolher uma boa esposa. Entretanto, Erilangus rejeitou todas as pretendentes e se tornou mestre de cães.
Certa vez, Pecopin lhe perguntou por que razão trocara o casamento pelos cães. Sem demora, ouviu a resposta: " Meu senhor, os cães têm sete tipos de raiva. As mulheres , mil"."

Victor Hugo - "A lenda do belo Pecopin e da bela Bauldour" -(Editora mercuryo jovem)

Jimi Hendrix pode ter sido assassinado, diz médico


John Bannister, o médico que atendeu o guitarrista Jimi Hendrix na noite de sua morte, em 1970, disse ser "plausível" que o músico tenha sido assassinado.

A afirmação surgiu no mesmo momento em que o livro "Rock Roadie", escrito pelo roadie do guitarrista, James "Tappy" Wright, chega às lojas afirmando que o empresário de Hendrix, Mike Jeffery, teria sido o responsável por sua morte.

De acordo com a obra de Wright, o empresário assumiu a autoria do crime pouco antes de morrer num acidente de avião em março de 1973. Em suas palavras, Jeffery teria pago uma gangue para invadir o quarto de Hendrix no Notting Hill Hotel e forçá-lo a ingerir comprimidos para dormir com vinho.

O empresário teria feito um seguro de vida no valor de US$ 2 milhões pouco antes da morte do músico, que de acordo com ele valeria mais morto do que vivo.

"A teoria de Wright soa plausível por conta do volume de vinho encontrado em seu pulmão e no resto de seu corpo", explicou o médico. "A quantidade de vinho que havia nele era extraordinária. Além de ter o cabelo e a camiseta encharcados com a bebida, seu pulmão e estômago estavam entupidos. Eu nunca vi tanto vinho."

O médico ainda revelou que ficou surpreso ao perceber que não parava de sair vinho pelo tubo que ele inseriu no pulmão e estômago de Hendrix. "Eu acho que devia ter pelo menos meia garrafa de vinho em seu cabelo. Ele literalmente se afogou em vinho", completou.

Fonte: IG Música

julho 21, 2009

Deus e o Tsunami



Paz e graça, O vídeo desta postagem você poderá ver no nosso blog www.davidguiomar.blogspot.com , confira também outras mensagens e que Deus abençoe ricamente a suavida. Abraço. Guiomar.

Doeu-me o discurso do reverendo Tom Roney questionando o amor de Deus ao permitir o tsunami, e ao mesmo tempo me comoveu a profunda sinceridade com que foi capaz de dizer as suas ovelhas, depois de várias considerações, que não tinha resposta para si e por conseguinte, não teria para sua amada comunidade. Embora a despeito da sua insuficiência, a sua fé em Deus não desmoronou.

Sei que Deus não precisa de advogados que lhe defendam e nem mesmo o “advogado do diabo”, estaria apto a trabalhar em sua defesa; no entanto, assim como os de Beréia, é necessário para que desenvolvamos uma fé robusta, que questionemos e busquemos a luz do Espírito Santo um entendimento correto da palavra de Deus.

O Pr. Ricardo Gondim na sua revolta provocada pelas “informações da imprensa” e quem sabe também por outros meios, vocifera:
“Mas mesmo horrorizado, tenho aprendido. Esses eventos tenebrosos me levaram a admitir que já não leio a Bíblia com as mesmas lentes. Abandonei a idéia de que os massacres do Antigo Testamento foram ordens divinas. Entendo que os genocídios relatados na Bíblia foram cometidos com as mesmas motivações políticas, com os mesmos interesses econômicos e com ambições nacionalistas iguais as atuais, mas atribuidos a um deus guerreiro. Não aceito que os "propósitos" divinos para o futuro estejam conectados à política militarista de Israel. Arrependo-me de ter, um dia, pregado que "Israel é o relógio de Deus" para o fim dos tempos.”

Aprecio as emoções do Gondim, no entanto, não podemos determinar que várias das guerras bíblicas não foram ordenadas por Deus, pelo simples fato de não havermos assimilado a perfeita soberania de Deus e que Ele trabalha visando a eternidade, e certamente com dor, é “forçado” a agir dentro das limitações humanas. No seu livro A Cabana, reflexiona William P. Young: “O mundo está partido porque no Éden vocês abandonaram o relacionamento conosco para afirmar a própria independência. A maioria dos humanos expressou isso se voltando para o trabalho das mãos e para o suor do rosto em busca de identidade, do valor e da segurança. Ao optar por definir o que é bom e o que é mau, vocês buscam determinar seu próprio destino. Foi essa reviravolta que causou tanta dor.” No entanto, ele considera: “A graça não depende da existência do sofrimento, mas onde há sofrimento você encontrará a graça de inúmeras maneiras.”


Além de nos sabermos seres finitos, contemplamos impotentes a finidade dos nossos entes queridos; a destruição do meio ambiente pelo próprio homem; a morte impiedosa de laboriadas invenções tecnológicas em favor de outras mais sofisticadas; extermínios em massa de seres humanos... Toda esta interminável cadeia de morte, quando fomos destinados a vida e “vida em abundância,” nos leva a uma nauseante visão de um Deus que no passado declarava guerra aos inimigos por mais cruéis que fossem. Esquecemos que a matéria humana por mais degradante que tenha sido a sua destruição, ela é apenas o tabernáculo do nosso espírito que estando reconciliado em Cristo, com a morte do corpo volta para os eternos braços do Pai, onde a vida não conhecerá finitude jamais.


É intrigante, perceber que essas mesmas pessoas que sofrem tanto com certas tragédias, são tão agressivas; humilham com tanto sarcasmo, até mesmo outros colegas, pelo simples fato de discordarem publicamente de alguma de suas visões “pura e simplesmente” teológicas sobre determinado assunto. E por certo, tratariam da mesma forma ainda que fosse uma multidão, que defendesse outro credo que não seja o seu. A guerra fria é tão nociva...

Já questionei centenas de vezes as guerras bíblicas, os genocídios, e disse a Deus muitas vezes entre soluços e dor que não poderia jamais compreender suas razões e justiça. No entanto, afirmar “que os genocídios relatados na Bíblia foram cometidos com as mesmas motivações políticas, com os mesmos interesses econômicos e com ambições nacionalistas iguais as atuais, mas atribuídos a um deus guerreiro”, seria caluniar os nossos santos profetas, que vezes após vezes arriscavam as suas próprias vidas à fúria de reis, anunciando o castigo de Deus contra seu povo através de nações ou contras nações através de Israel. A exemplo: Por isso, O Senhor fez subir contra ele o rei dos caldeus, o qual matou os seus jovens à espada, na casa do seu santuário; e não teve piedade nem Dos jovens nem das donzelas, nem dos velhos nem dos mais avançados em idade; a todos os deu em suas mãos. (2 Crônicas 36:17).
Sentenças semelhantes se repetem por todo o Antigo Testamento, não vamos negá-las por nossa incapacidade de compreensão. “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro?” (Romanos 11:33).

Deus entregou efetivamente o mundo nas mãos do homem desde a sua criação: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar; sobre as aves do céus e sobre todo o animal que rasteja sobre a terra. (Gêneses 1:27,28).

O homem por sua avareza e cobiça tem se ocupado desde então a substituir as obras de Deus por suas diversas criações destruidoras, sem buscar sequer sabedoria do Criador para elaborar projetos arriscáveis, mas cobra-se a intervenção de Deus quando as conseqüências são desastrosas e O culpam por “Sua impiedade.”
Com certeza Deus poderia haver impedido o tsunami, as quedas dos três últimos aviões com suas mais de quinhentas mortes, como pode impedir diariamente o tráfico de órgãos humanos e o tráfico de animais, pode impedir que os políticos roubem os cofres públicos, que haja desmatamento, que pais surrem seus filhos, que maridos espanquem suas mulheres, que policiais, marginais e seus afins enfiem balas em tantas pessoas quantas lhes convenham, que a saúde e a educação pública sejam relegadas. Não teríamos então, o sentimento de poder, o mundo não seria nosso; seguramente como no paraíso os Adãos e Evas da vida sentir-se-iam como marionetes nas mãos de um Deus manipulador e atenderiam ao anseio dos seus corações: Queremos ser deuses... E o mundo continuará enfrentando catástrofes até que a terra seja restaurada pelo seu criador à Sua maneira, doa em quem doer. Os que confiam no Seu infinito amor irão entender que Ele JUSTO!



Por email - Mª Guiomar Cavalcanti Rocha Barba

Vale a pena ficar de olho nesse blog!


Recebi na quinta-feira da semana passada um selo. O blog Gospel cards lançou esta premiação. Quem nos honrou com a mesma foi o Rodrigo, do blog Pensamentos sobre a Vida.Desde já agradeço Rodrigo, e afirmo que fico muito feliz em saber que nosso blog tem agradado aos formadores de opinião da blogesfera.

Regras da premiação desta premiação são;
1.Exiba a imagem do selo que você acabou de ganhar;
2. Poste o link do blog que te indicou (muito importante);
3. Indique 10 blogs de sua preferência
Avise seus indicados (não esquecer) publique as regras;
4. Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
Então os indicados são;

julho 14, 2009

Invisibilidade, Reconhecimento e a Fonte Afetiva do Crime.


" Um jovem pobre e negro caminhando pelas ruas de uma grande cidade brasileira é um ser socilamente invisível. Como já deve estar bastante claro a esta altura, há muitos modos de ser invisível e varias razões para sê-lo. No caso desse nosso personagem, a invisibilidade decorre principalmente do pre-conceito ou da indiferença. Umas das formas mais eficientes de tornam alguém invisível é projetar sobre ele ou ela um estigma, um preconceito. Quando fazemos, anulamos a pessoa e só vemos o reflexo de nossa própria intolerância. Tudo aquilo que distingue a pessoa, tornando-a um individuo; tudo o que nela é singular desaparece. O estigma dissolve a indentidade do outro e a substitui pelo retrato estereotipado e a classificação que lhe impomos.
Quem está ali na esquina não é o Pedro, o Roberto ou a Maria, com sua respectivas idades e histórias de vida, seus defeitos e qualidades, suas emoções e medos, suas ambições e desejos. Quem está ali é o "moleque perigoso" ou a "guria perdida", cujo comportamento passa a ser previsível. Lançar sobre uma pessoa um estigma corresponde a acusá-la simplesmente pelo fato de ela existir. Prever seu comportamento estimula e justifica a adoção de atitudes preventivas. Como aquilo que se prevê é ameaçador, a defesa antecipada será a agressão ou a fuga, também hostil. Quer dizer, o preconceito arma o medo que dispara a violência, preventivamente.
Essa é a caprichosa incongruência do estigma, que acaba funcionando como uma forma de ocultá-lo da consciência crítica de quem o pratica: a interpretação que suscita será sempre comprovada pela prática não por estar certa, mas por promover o resultado temido. Os cientistas sociais diriam que este é um caso típico de "profecia que se autocumpre"."
Luiz Eduardo Soares, MV Bill e Celso Athayde - "Cabeça de Porco" -(Editora Objetiva)

Lembrete...


Só um lembrete do Quintana ...
'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'
Mário Quintana

julho 13, 2009

A história das coisas



O Video é grande mais é muito bacana! Vale a pena conferir!!!

Via blog : Cidoido

A arca perdida

Por Renato Thibes


A notícia mais bombástica do ano passou batida na grande mídia. Mais que escândalo do Senado, queda de avião, gripe suína ou especulações sobre o fim do mundo em 2012: no final do mês passado, surgiu a informação de que a Arca da Aliança não só estaria na Etiópia, como seria levada a público.

Notícia aqui: vão mostrar a Arca!

A vantagem da Arca da Aliança em relação a todos os outros artefatos bíblicos é que ela já vem com trilha sonora do John Williams. Fica aí a dica para fabricantes de brinquedos: uma Arca da Aliança em formato de porta-jóias que toca John Williams. Eu não tenho jóias, mas eu compraria.

Fiquei emocionado com a notícia. Lembrei da primeira vez que vi "Os Caçadores da Arca Perdida" e corri pra procurar na Bíblia histórias sobre a Arca. Senti calafrios na espinha recordando a cena em que Indy explica aos agentes secretos por que a Arca é tão importante. Twitei: "aconteça o que acontecer, Marion, fique com os olhos fechados".

Mas aí notei que eu era o único achando que isso era a principal notícia da década ao lado do 11 de setembro. Então fui pesquisar e descobri que era tudo mentira. Não, não vão mostrar a Arca pra ninguém. Foi tudo boato da mídia italiana. Italiano não sabe ficar com a boca fechada.

Notícia aqui: era mentira!

Aí o tiozão com cara de sacerdote do "Templo da Perdição" (outro filme, outra história) diz que eles até têm a Arca, mas que não vão mostrá-la pra ninguém. Aí é fácil. Eu também tenho o Santo Graal (outro filme, outra história) na minha casa, só que não mostro pra ninguém. Tomo leite nele antes de dormir toda noite.

Assim, nossa última lembrança da Arca da Aliança permanece aquele relance da caixa aberta na Área 51 em "O Reino da Caveira de Cristal" (outro filme, outra história), e eu nem sei se ela e todos os fetos alienígenas (isso é do "Arquivo X", não confunda) não foram destruídos por aquela explosão da bomba atômica - mais um problema geográfico desse filme ruim.

Eu não sei o que é pior. O destino dado pela humanidade (Etiópia?) ou o dado pelo cinema.

Via blog: Registro Dissonante

Cachorro picado por cobra tem medo de Linguiça

Já pensou em acordar em um domingão de manhã, ir calmamente à varanda para conferir o tempo e se deparar com um caça passando a poucos metros de onde você se encontra? Pois foi o que aconteceu em um condomínio em Detroit. Durante uma apresentação da Marinha americana, o F18 fez um voo rasante que deixou moradores com o cabelo em pé!
"Não pude acreditar o quão baixo ele voava e o quão perto ele passou do meu apartamento. Tenho certeza de que o piloto acenou para mim", disse um morador.

Fonte: O Globo
Mas o morador foi até bem humorado...

Falar palavrão pode aliviar dor física, diz estudo

Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport.


No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles.

Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.

Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões.

O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões.

Os cientistas acreditam que o aumento do ritmo de batimentos cardíacos pode indicar um aumento da agressividade, que, por sua vez, diminuiria a sensação de dor.

Para os cientistas, no passado isso teria sido útil para que nossos ancestrais, em situação de risco, suportassem mais a dor para fugir ou lutar contra um possível agressor.

O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo.

"(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal", diz Stephens.

Ela mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje."

Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

Via: BBC Brasil

julho 09, 2009

Morrendo para frutificar.

Por Thiago Ferreira


“Na verdade, na verdade voz digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mais se morrer, da muito fruto.”
João 12 : 24

Não existe fim sem inicio, luz sem escuro, bem sem o mal, ou pelo menos a referência de bem não existiria sem a do mal. Na verdade podemos dizer que todo o fim gera um novo inicio, que o escuro seria a falta de luz, e o mal e a ausência do bem. Por esta óptica tudo esta interligado , conectado, por esta concepção cada questão acima mensurada esta ligada somente com a forma na qual o individuo encara cada fato em sua vida.

A morte também é mera concepção da mesma forma. Para Jesus "morrer" era parte importante do processo, e a única forma de chegar a uma nova vida.

Morre de verdade para Jesus aquele que se deixa encher de si mesmo e não escolhe morre em si para nascer em Deus. Desta forma "Morrer em si mesmo" é um caminho que deve ser feito pelo Cristão, morrer é uma escolha como a feita por Cristo na cruz, pois afinal, se ele quisesse em um estalar de dedos teria doze legiões de anjos para salvá-lo.

Graças à morte Cristo hoje conhecemos a salvação.

Jesus começou a morreu em si mesmo quando ele se faz carne como relatado é no evangelho de João, capitulo 1 versículo 14, foi ali que Jesus se fez , começando assim sua caminhada de morte em si mesmo, foi ali que ele começa a abrir mão de sua concepção totalmente divina para viver o humano, processo que só termina no calvário quando após crucificado ele entrega seu espírito.

A “morte” de um Deus totalmente divino fez nascer um Cristo divino em carne, e a “morte” de um Cristo divino em carne fez nascer um Cristo totalmente divino e glorificado, e que agora com seu sangue tem plenas condições de glorificar os cristãos com a vida eterna.

A morte de Cristo deu muitos frutos. Graças a sua morte o espírito pode habitar entre nós, graças a sua morte a graça de Deus foi manifesta aos homens, graças a sua morte fomos salvos.

Para dar fruto em Deus é necessário morrer, quando Jesus disse aquele que quiser vir após mim toma a tua cruz e siga-me, Ele falava da importância da renuncia e da cruz no evangelho. Subir ao calvário todos os dias e crucificar velhos hábitos, velhos paradigmas, velhos dogmas, é parte importante da caminhada diária do Cristão., claro que tal caminhada não é fácil, pois requer introspecção e disciplina ... mas a morte é o único caminho.

Thiago Ferreira dos Anjos,
Alguém morrendo aos pouquinhos.

10 maneiras de irritar um homem

1-Esconda o controle remoto da tv e do som
2-Bata a porta do carro com toda sua força
3-Ponha sempre todas as cervejas no congelador e deixe lá até congelar completamente
4-Use o espelho retrovisor interno do carro para passar batom, e deixe-o completamente desregulado
5-Convença-o de que sabe cortar cabelo e corte o dele
6-Se ele demorar a colocar a camisinha, diga: Não fique nervoso, se não der a gente termina amanhã
7-Dê duas camisas de presente para ele e quando ele usar uma pergunte por que ele não gostou da outra
8-Quando ele brochar e disser que isso nunca aconteceu antes, exclame: Claro! Tinha que ser logo comigo
9-Quando ele perguntar “Foi gostoso?” Diga Não se preocupe comigo…eu estou bem, eu juro..
10-Quando ele não conseguir consertar qualquer coisa, exclame: “Precisamos chamar um HOMEM para consertar isto!”

Via Blog: Insoonia

julho 07, 2009

Mãe, no céu tem pão?


Voz trêmula de febre e fome; corpinho raquítico nos braços da mãe, que tem seu coração cortado de dor e desespero.
Uma pergunta feita no sertão perdido de um Brasil marcado por contrastes. Rostos de menores de rua famintos refletidos nos vidros de luxuosos carros importados de norte ao sul do Brasil. Alimentos desperdiçados e jogados ao lixo frente aos olhos famintos que desesperadamente procuram qualquer coisa para comer. Insensibilidade que beira o cinismo, no país que a quase totalidade se proclama cristã.

No céu tem pão? Pergunta pouco ouvida nas nossas igrejas. E, por isso, pouco respondida. Por que será? Será que a fome dessa gente não tem nada a ver com a fé cristã? Será que nem Deus se importa com isso? Será que outras preocupações mais "importantes", (mais espirituais) estão levando também as igrejas a uma postura de insensibilidade frente a esses problemas?

Não acredito. Ou, melhor, não quero acreditar. Há muitos - talvez nem tantos - que continuam lutando para salvar vidas. Corajosos e profundamente espirituais. Pois só os que são movidos pelo Espírito de Deus conseguem se manter fiéis à causa dos mais pobres, mesmo diante de insensibilidade, desilusões e incompreensões.

Jung Mo Sung em "Se Deus existe, porque há pobreza?" (Editora Reflexão).

Via blog: Soli Deo Gloria

Conspiração contra a Mudança

"Engana-se quem imagina que contará com o apoio alheio ao projeto de transformar-se, mesmo que a mudança seja um imperativo social e um desejo coletivo. Equivoca - se o sonhador ingênuo que espera estímulo à mudança por parte das intituições supostamente destinadas a promovê-la, por paradoxal que pareça. Este é o fato: há uma conspiração pela fixação de identidades e pelo congelamento de suas respectivas qualificações, especialmente se tais qualificações forem estigmatizantes. Mais a pior notícia é a seguinte: nós tomamos parte da conspiração; participamos e contribuímos para a blindagem ontológica que coagula a história e engessa processos biográficos."

Parte do Livro; Cabeça de Porco -Luiz Eduardo Soares, Mv Bill, e Celso Athayde.

julho 06, 2009

HOJE EU ESTARIA EM LIBERDADE!!!!!!

Uma mulher acorda durante a noite e percebe que o marido não está na cama.
Veste o roupão e desce para ver onde ele está.
Encontra-o na cozinha, sentado, pensativo, diante de uma taça de café.
Parece consternado, olhar fixo na xícara. Tanto mais, que o vê limpar uma lágrima.
-O que se passa, querido?
O marido levanta os olhos e pergunta-lhe docemente:
-Você se lembra, há 20 anos, quando saímos juntos pela primeira vez?
Você tinha apenas 16 anos.
- Sim, claro. Lembro como se fosse hoje – responde ela.
O marido faz uma pausa. As palavras custavam a sair.
-Você se lembra quando o seu pai nos surpreendeu enquanto fazíamos amor no banco de trás do carro?
-Sim, lembro perfeitamente – diz a mulher sentando-se ao seu lado.
Foi um susto!
O marido continua:
-Lembra quando ele apontou uma arma na minha cabeça dizendo: Ou casa com a minha filha, ou te mando pra cadeia por 20 anos?
-Lembro, lembro – responde ela, docemente.
Ele limpa mais uma lágrima e diz:

-HOJE EU ESTARIA EM LIBERDADE.

julho 02, 2009